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Archive for the ‘Eletrônica’ Category

TÉCNICA – Como transformar uma torradeira 110V para 220V

4 de março de 2013 86 comentários
Figura 1 – Grill Black & Decker G600.

Figura 1 – Grill Black & Decker G600.

No Brasil, a maioria das cidades tem rede elétrica doméstica de 220V CA, enquanto que em algumas capitais a tensão é 127V CA. Isto é um legado de nosso passado, quando não havia qualquer padronização do sistema elétrico. Mudar isso não é prioridade no momento atual, pois ainda temos, como país, desafios mais sérios para resolver.

Mas é um incômodo, que fica evidente numa mudança ou viagem, principalmente com os eletrodomésticos, que quase sempre são fabricados para uma tensão específica. O que muitos não sabem é que na linha branca, as torradeiras geralmente são conversíveis.

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TÉCNICA – Conserto da fonte de XBOX 360 S (Slim) que foi ligada em 220V

27 de fevereiro de 2013 458 comentários
Figura 1 – Fonte de XBOX 360S.

Figura 1 – Fonte de XBOX 360S.

O videogame Microsoft XBOX 360 tornou-se uma febre entre os jogadores devido, em grande parte, à interface Kinect, que liberta o usuário de controles manuais e incentiva algum exercício físico.

Então, aqui no Brasil, seu filho (ou você, ou seu cliente), doido para jogar, liga apressadamente a fonte do XBOX (figura 1), recém comprado, mas esquece do transformador conversor, de 220V para 110V. E quando espeta o plugue na tomada, ouve-se um estouro…

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DICA – Evite a perda do canudinho do óleo desengripante

23 de janeiro de 2013 5 comentários
Figura 1 – Canudo plástico ancorado na lata de spray de WD-40.

Figura 1 – Canudo plástico ancorado na lata de spray de WD-40.

Uma coisa chata que sempre ocorria comigo era a perda do canudo de extensão para o spray de óleo desengripante, como o WD-40. Mostro aqui uma solução simples.

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TÉCNICA – Conserto de impressora Samsung ML-3051ND

15 de janeiro de 2013 26 comentários
Figura 1 – Impressora Samsung ML-3051ND.

Figura 1 – Impressora Samsung ML-3051ND.

DEFEITO: queimou ao ser ligada em 220V

Este problema é comum em muitas impressoras porque há o costume de vendê-las no Brasil com a tensão de entrada de rede de 127V CA, sem bivolt automático.

É um absurdo, pois a rede elétrica somente tem este valor de tensão em algumas capitais brasileiras. No restante do país, a rede é 220V CA. Claro, uma fonte com bivolt automático aumentaria o custo do equipamento (principalmente por causa da alimentação do fusor), e como não é obrigatória…

Nos escritórios, mesmo que ainda sejam instalados “estabilizadores”, que rebaixam a tensão da rede, de 220V para 120V ou perto disso, volta e meia algum distraído espeta o plugue na tomada de 220V e dá “aquele” estouro. E lá fica ele, de olhos arregalados, segurando o cabo e pensando como irá pagar uma nova impressora ao chefe…

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TÉCNICA – Conserto de trilhas de circuito impresso II

11 de janeiro de 2013 11 comentários
Figura 1 – Rombo causado por parafuso nas trilhas do circuito impresso.

Figura 1 – Rombo causado por parafuso nas trilhas do circuito impresso.

O assunto é, novamente, o reparo de trilhas de circuito impresso. Desta vez, daquelas trilhas minúsculas, típicas de placas multicamadas.

O nosso problema era um conjunto de trilhas arrebentadas por um parafuso, na placa lateral de um projetor Sanyo PLC-SU20E, já um tanto antigo. Alguém tinha tentado montar o aparelho com um parafuso mais longo do que o original, e a fábrica simplesmente não deixou uma área de escape para evitar a tragédia, mostrada na figura 1…

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TÉCNICA – Conserto em plásticos VI – Recuperação de aba móvel

10 de janeiro de 2013 2 comentários
Figura 1 – Encaixe quebrado da aba de um computador Itautec Pentium 4.

Figura 1 – Encaixe quebrado da aba de um computador Itautec Pentium 4.

Muitos equipamentos com gabinetes plásticos possuem abas, que escondem conectores e chaves e dão uma aparência mais esbelta ao produto. Estas abas são frequentes em televisores e computadores de mesa, por exemplo. Em nosso caso, tínhamos um desktop Itautec Pentium 4, que ocultava debaixo da aba as tomadas USB do painel frontal.

Esta aba, feita em ABS, sempre caía quando era aberta, o que era um incômodo para o cliente. Mas era necessária para impedir a entrada de pó. A parte quebrada tinha sido perdida e foi recriado o encaixe com fio rígido.

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LÂMPADAS II – Qual é a lâmpada menos danosa ao ambiente – a incandescente ou a fluorescente?

4 de janeiro de 2013 11 comentários
Figura 1 – Lâmpada fluorescente compacta de 20 W, desmontada e separada por peças.

Figura 1 – Lâmpada fluorescente compacta de 20 W, desmontada e separada por peças.

Fala-se muito que a lâmpada fluorescente compacta – LFC – é ambientalmente mais sustentável do que as lâmpadas incandescentes. É um conceito repetido incansavelmente, como um mantra, sem muitas explicações, focando sempre no resultado da conta de energia.

Mas para afirmar que um tipo é mais econômico que outro, deveriam ser analisadas todas as etapas de produção de cada lâmpada, não só o consumo mensal. No final, a energia consumida pela lâmpada no tempo de vida estimado, somada àquela necessária para fabricá-la, poderá indicar que a economia não é tão boa assim.

O problema é que muitos analisam apenas o efeito imediato da mudança. O resultado mais visível é uma pequena alteração no valor da conta do mês. O custo para comprar o produto muitas vezes não é considerado, e ele pode ser impactante se a lâmpada não durar tanto quanto diz. O que, aliás, é bem comum.

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PROJETO – Proteção para relés em sistemas de acionamento de portões

27 de dezembro de 2012 7 comentários
Figura 1 – Placa de filtro com rede RC e varistor (rede snubber).

Figura 1 – Placa de filtro com rede RC e varistor (rede snubber).

Hoje em dia, os sistemas automatizados para acionamento de portões tem se tornado comuns, o que tem contribuído para a existência de um grande número de fabricantes destes mecanismos. E a concorrência resultante faz baixar cada vez mais o preço destes equipamentos.

O problema é que para baixar os custos, algumas empresas utilizam componentes com a robustez menor que a necessária para enfrentar os diversos modos de acionamento. Um portão um pouco mais pesado, por exemplo, poderá dar problemas.

O que muitas vezes ocorre – como foi meu caso – é o travamento de um dos relés que ligam o motor. Por causa do faiscamento frequente dos contatos, chega um momento que eles “colam”. E isso considerando um uso esporádico, pois o portão era acionado para abertura e fechamento no máximo 8 vezes por dia.

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LÂMPADAS I – Porque as fluorescentes compactas ofuscam, mas não iluminam

5 de dezembro de 2012 4 comentários

Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].

Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].

Você já deve ter passado por esta situação. Compra alegremente uma lâmpada fluorescente compacta (LFC) no supermercado, pensando que irá substituir, com vantagens, a lâmpada incandescente da sala. Olha a embalagem, onde diz que a potência de 20 Watt da LFC é equivalente à que tem no lustre, de 100 W.

Chega em casa, troca a lâmpada e liga. Não dá nem para olhar para ela, de tão forte. E que luz branca! Daí, passado um tempo, você senta no sofá e olha ao redor. Parece que está tudo mais escuro. Mas como, se na cartela diz que a quantidade de luz emitida pelas duas é a mesma?

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PROJETO – Um atenuador (L-pad) para amplificadores valvulados de guitarra

30 de novembro de 2012 13 comentários
Figura 1 – Amplificador para o qual foi projetado o atenuador.

Figura 1 – Amplificador para o qual foi projetado o atenuador.

Certa vez, um guitarrista tinha comprado um amplificador valvulado (figura 1), para utilizar no apartamento onde morava. Logo ele notou que o amplificador ficava com um timbre muito sem graça quando o volume era baixinho. Para ficar com um som “gordo”, consistente, tinha que aumentar o volume. Mas só ele gostava, pois a vizinhança tinha algum problema com música…

Ele me pediu, então, um modo de fazer com que o amplificador trabalhasse a plena potência (ou perto disso), mas com o som dos alto-falantes num nível aceitável para os vizinhos.

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