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Posts Tagged ‘fluorescente’

AS LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS PODEM DANIFICAR A PELE?

6 de outubro de 2013 6 comentários

Lâmpada fluorescente compacta espiralada, cor branco frio, ligada.

As lâmpadas fluorescentes compactas (LFCs), muitas vezes relacionadas como uma alternativa ecológica às incandescentes, podem causar danos à pele, de acordo com um novo estudo realizado na Universidade Stony Brook, NY, Estados Unidos.

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LEDs – Como ligar, sem queimar

11 de abril de 2013 183 comentários
Figura 1 – Características dos diodos e LEDs.

Figura 1 – Características dos diodos e LEDs.

Atualmente, os LEDs (Light-Emitting Diodes, ou Diodos Emissores de Luz), especialmente os de cor branca, estão ganhando terreno muito rápido, em função da praticidade de uso e da economia de energia. Após revolucionarem a área de sinalização, começam a entrar no ramo da iluminação.

O preço dos LEDs brancos tem caído continuamente, possibilitando a utilização para decoração de ambientes e produção de vários itens de consumo, como lâmpadas, abajures, lanternas e luzes de emergência. Também podem ser encontrados painéis e tiras de LED, adaptáveis aos mais diversos usos. E estamos apenas no começo desta nova era tecnológica, pois já estão comercialmente disponíveis LEDs para corrente alternada (Cree, Luxeon, Samsung, etc.) e painéis OLED (Organic LED, da Verbatim).

Por ser uma tecnologia recente, turbinada pela ânsia dos fabricantes em definir a sua fatia no mercado, assistimos a uma inundação de produtos de baixa durabilidade – para dizer o mínimo. Para reduzir o preço dos equipamentos que utilizam LEDs brancos, o seu acionamento é simplificado ao extremo.

Por isso, os equipamentos de LEDs mais baratos tem sérios problemas, pois tendem a queimar com pouco tempo de uso. Neste artigo, abordo como os LEDs brancos são fabricados e quais os requisitos necessários para energizá-los com segurança, utilizando como exemplo uma luminária de mesa.

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LÂMPADAS I – Porque as fluorescentes compactas ofuscam, mas não iluminam

5 de dezembro de 2012 4 comentários

Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].

Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].

Você já deve ter passado por esta situação. Compra alegremente uma lâmpada fluorescente compacta (LFC) no supermercado, pensando que irá substituir, com vantagens, a lâmpada incandescente da sala. Olha a embalagem, onde diz que a potência de 20 Watt da LFC é equivalente à que tem no lustre, de 100 W.

Chega em casa, troca a lâmpada e liga. Não dá nem para olhar para ela, de tão forte. E que luz branca! Daí, passado um tempo, você senta no sofá e olha ao redor. Parece que está tudo mais escuro. Mas como, se na cartela diz que a quantidade de luz emitida pelas duas é a mesma?

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