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LEDs – Como ligar, sem queimar
Atualmente, os LEDs (Light-Emitting Diodes, ou Diodos Emissores de Luz), especialmente os de cor branca, estão ganhando terreno muito rápido, em função da praticidade de uso e da economia de energia. Após revolucionarem a área de sinalização, começam a entrar no ramo da iluminação.
O preço dos LEDs brancos tem caído continuamente, possibilitando a utilização para decoração de ambientes e produção de vários itens de consumo, como lâmpadas, abajures, lanternas e luzes de emergência. Também podem ser encontrados painéis e tiras de LED, adaptáveis aos mais diversos usos. E estamos apenas no começo desta nova era tecnológica, pois já estão comercialmente disponíveis LEDs para corrente alternada (Cree, Luxeon, Samsung, etc.) e painéis OLED (Organic LED, da Verbatim).
Por ser uma tecnologia recente, turbinada pela ânsia dos fabricantes em definir a sua fatia no mercado, assistimos a uma inundação de produtos de baixa durabilidade – para dizer o mínimo. Para reduzir o preço dos equipamentos que utilizam LEDs brancos, o seu acionamento é simplificado ao extremo.
Por isso, os equipamentos de LEDs mais baratos tem sérios problemas, pois tendem a queimar com pouco tempo de uso. Neste artigo, abordo como os LEDs brancos são fabricados e quais os requisitos necessários para energizá-los com segurança, utilizando como exemplo uma luminária de mesa.
TÉCNICA – Conserto de controle remoto de portão eletrônico
É cada vez mais frequente a utilização de controles remotos em garagens, pois o preço geralmente compensa o desconforto de ter que abrir os portões em dias de chuva, além de economizarem o nosso tempo. Só que, com o uso constante, volta e meia estes controles começam a falhar.
Neste post, mostro algumas dicas de conserto, que poderão evitar de jogá-los precocemente no lixo. Inclusive recuperá-los, caso tenham submergido em algum líquido ou tenham vazado a pilha. Também comento os componentes utilizados na construção destes sistemas.
TÉCNICA – Como transformar uma torradeira 110V para 220V
No Brasil, a maioria das cidades tem rede elétrica doméstica de 220V CA, enquanto que em algumas capitais a tensão é 127V CA. Isto é um legado de nosso passado, quando não havia qualquer padronização do sistema elétrico. Mudar isso não é prioridade no momento atual, pois ainda temos, como país, desafios mais sérios para resolver.
Mas é um incômodo, que fica evidente numa mudança ou viagem, principalmente com os eletrodomésticos, que quase sempre são fabricados para uma tensão específica. O que muitos não sabem é que na linha branca, as torradeiras geralmente são conversíveis.
TÉCNICA – Conserto da fonte de XBOX 360 S (Slim) que foi ligada em 220V
O videogame Microsoft XBOX 360 tornou-se uma febre entre os jogadores devido, em grande parte, à interface Kinect, que liberta o usuário de controles manuais e incentiva algum exercício físico.
Então, aqui no Brasil, seu filho (ou você, ou seu cliente), doido para jogar, liga apressadamente a fonte do XBOX (figura 1), recém comprado, mas esquece do transformador conversor, de 220V para 110V. E quando espeta o plugue na tomada, ouve-se um estouro…
TÉCNICA – Plásticos VII – Conserto de interruptor de parede, de embutir
Desta vez, a manutenção é para uma tecla de um interruptor de embutir, que quebrou no encaixe da gangorra (figura 1 e no detalhe). O problema aconteceu por causa do costume de um dos moradores sempre ligar ou desligar a luz na base do tapa ou até soco.
Como a quebra foi simples, além do interruptor custar muito caro, procuramos uma forma de consertá-lo. Levou poucos minutos (descontando o tempo de secagem da cola).
DICA – Evite a perda do canudinho do óleo desengripante
Uma coisa chata que sempre ocorria comigo era a perda do canudo de extensão para o spray de óleo desengripante, como o WD-40. Mostro aqui uma solução simples.
TÉCNICA – Conserto de impressora Samsung ML-3051ND
DEFEITO: queimou ao ser ligada em 220V
Este problema é comum em muitas impressoras porque há o costume de vendê-las no Brasil com a tensão de entrada de rede de 127V CA, sem bivolt automático.
É um absurdo, pois a rede elétrica somente tem este valor de tensão em algumas capitais brasileiras. No restante do país, a rede é 220V CA. Claro, uma fonte com bivolt automático aumentaria o custo do equipamento (principalmente por causa da alimentação do fusor), e como não é obrigatória…
Nos escritórios, mesmo que ainda sejam instalados “estabilizadores”, que rebaixam a tensão da rede, de 220V para 120V ou perto disso, volta e meia algum distraído espeta o plugue na tomada de 220V e dá “aquele” estouro. E lá fica ele, de olhos arregalados, segurando o cabo e pensando como irá pagar uma nova impressora ao chefe…
TÉCNICA – Conserto de trilhas de circuito impresso II
O assunto é, novamente, o reparo de trilhas de circuito impresso. Desta vez, daquelas trilhas minúsculas, típicas de placas multicamadas.
O nosso problema era um conjunto de trilhas arrebentadas por um parafuso, na placa lateral de um projetor Sanyo PLC-SU20E, já um tanto antigo. Alguém tinha tentado montar o aparelho com um parafuso mais longo do que o original, e a fábrica simplesmente não deixou uma área de escape para evitar a tragédia, mostrada na figura 1…
TÉCNICA – Conserto em plásticos VI – Recuperação de aba móvel
Muitos equipamentos com gabinetes plásticos possuem abas, que escondem conectores e chaves e dão uma aparência mais esbelta ao produto. Estas abas são frequentes em televisores e computadores de mesa, por exemplo. Em nosso caso, tínhamos um desktop Itautec Pentium 4, que ocultava debaixo da aba as tomadas USB do painel frontal.
Esta aba, feita em ABS, sempre caía quando era aberta, o que era um incômodo para o cliente. Mas era necessária para impedir a entrada de pó. A parte quebrada tinha sido perdida e foi recriado o encaixe com fio rígido.
LÂMPADAS II – Qual é a lâmpada menos danosa ao ambiente – a incandescente ou a fluorescente?
Fala-se muito que a lâmpada fluorescente compacta – LFC – é ambientalmente mais sustentável do que as lâmpadas incandescentes. É um conceito repetido incansavelmente, como um mantra, sem muitas explicações, focando sempre no resultado da conta de energia.
Mas para afirmar que um tipo é mais econômico que outro, deveriam ser analisadas todas as etapas de produção de cada lâmpada, não só o consumo mensal. No final, a energia consumida pela lâmpada no tempo de vida estimado, somada àquela necessária para fabricá-la, poderá indicar que a economia não é tão boa assim.
O problema é que muitos analisam apenas o efeito imediato da mudança. O resultado mais visível é uma pequena alteração no valor da conta do mês. O custo para comprar o produto muitas vezes não é considerado, e ele pode ser impactante se a lâmpada não durar tanto quanto diz. O que, aliás, é bem comum.









