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TÉCNICA – Conserto de impressora Samsung ML-3051ND
DEFEITO: queimou ao ser ligada em 220V
Este problema é comum em muitas impressoras porque há o costume de vendê-las no Brasil com a tensão de entrada de rede de 127V CA, sem bivolt automático.
É um absurdo, pois a rede elétrica somente tem este valor de tensão em algumas capitais brasileiras. No restante do país, a rede é 220V CA. Claro, uma fonte com bivolt automático aumentaria o custo do equipamento (principalmente por causa da alimentação do fusor), e como não é obrigatória…
Nos escritórios, mesmo que ainda sejam instalados “estabilizadores”, que rebaixam a tensão da rede, de 220V para 120V ou perto disso, volta e meia algum distraído espeta o plugue na tomada de 220V e dá “aquele” estouro. E lá fica ele, de olhos arregalados, segurando o cabo e pensando como irá pagar uma nova impressora ao chefe…
TÉCNICA – Conserto de trilhas de circuito impresso II
O assunto é, novamente, o reparo de trilhas de circuito impresso. Desta vez, daquelas trilhas minúsculas, típicas de placas multicamadas.
O nosso problema era um conjunto de trilhas arrebentadas por um parafuso, na placa lateral de um projetor Sanyo PLC-SU20E, já um tanto antigo. Alguém tinha tentado montar o aparelho com um parafuso mais longo do que o original, e a fábrica simplesmente não deixou uma área de escape para evitar a tragédia, mostrada na figura 1…
TÉCNICA – Conserto em plásticos VI – Recuperação de aba móvel
Muitos equipamentos com gabinetes plásticos possuem abas, que escondem conectores e chaves e dão uma aparência mais esbelta ao produto. Estas abas são frequentes em televisores e computadores de mesa, por exemplo. Em nosso caso, tínhamos um desktop Itautec Pentium 4, que ocultava debaixo da aba as tomadas USB do painel frontal.
Esta aba, feita em ABS, sempre caía quando era aberta, o que era um incômodo para o cliente. Mas era necessária para impedir a entrada de pó. A parte quebrada tinha sido perdida e foi recriado o encaixe com fio rígido.
LÂMPADAS II – Qual é a lâmpada menos danosa ao ambiente – a incandescente ou a fluorescente?
Fala-se muito que a lâmpada fluorescente compacta – LFC – é ambientalmente mais sustentável do que as lâmpadas incandescentes. É um conceito repetido incansavelmente, como um mantra, sem muitas explicações, focando sempre no resultado da conta de energia.
Mas para afirmar que um tipo é mais econômico que outro, deveriam ser analisadas todas as etapas de produção de cada lâmpada, não só o consumo mensal. No final, a energia consumida pela lâmpada no tempo de vida estimado, somada àquela necessária para fabricá-la, poderá indicar que a economia não é tão boa assim.
O problema é que muitos analisam apenas o efeito imediato da mudança. O resultado mais visível é uma pequena alteração no valor da conta do mês. O custo para comprar o produto muitas vezes não é considerado, e ele pode ser impactante se a lâmpada não durar tanto quanto diz. O que, aliás, é bem comum.
PROJETO – Proteção para relés em sistemas de acionamento de portões

Figura 1 – Placa de filtro com rede RC e varistor (rede snubber).
Hoje em dia, os sistemas automatizados para acionamento de portões tem se tornado comuns, o que tem contribuído para a existência de um grande número de fabricantes destes mecanismos. E a concorrência resultante faz baixar cada vez mais o preço destes equipamentos.
O problema é que para baixar os custos, algumas empresas utilizam componentes com a robustez menor que a necessária para enfrentar os diversos modos de acionamento. Um portão um pouco mais pesado, por exemplo, poderá dar problemas.
O que muitas vezes ocorre – como foi meu caso – é o travamento de um dos relés que ligam o motor. Por causa do faiscamento frequente dos contatos, chega um momento que eles “colam”. E isso considerando um uso esporádico, pois o portão era acionado para abertura e fechamento no máximo 8 vezes por dia.
LÂMPADAS I – Porque as fluorescentes compactas ofuscam, mas não iluminam
![Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].](https://dicasdozebio.com/wp-content/uploads/2012/12/fig1-solar_spectrum.jpg?w=300&h=223)
Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].
Chega em casa, troca a lâmpada e liga. Não dá nem para olhar para ela, de tão forte. E que luz branca! Daí, passado um tempo, você senta no sofá e olha ao redor. Parece que está tudo mais escuro. Mas como, se na cartela diz que a quantidade de luz emitida pelas duas é a mesma?
TÉCNICA – Projeto, confecção e montagem de placas de circuito impresso
Desta feita, exponho meus métodos de trabalho para projetar e construir placas de circuito impresso (PCI) de pequena e média complexidade.
O artigo está separado em 4 grandes blocos: projeto, transferência, confecção e montagem. Em cada etapa há comentários sobre o material necessário para aquele conjunto de atividades.
As fotos que servem de exemplo referem-se a dois diferentes projetos, já que o intuito é demonstrar a técnica. Um deles é um atenuador para amplificador de guitarras valvulado (L-pad), que foi feito em placa de fibra de vidro e poderá virar post em breve. O outro é um amplificador com o integrado LM4766, da National. O projeto do amplificador está disponível na internet – ver referência [1] – e tem um desenho muito cuidadoso. Inclusive, funcionou perfeitamente, tem ótima qualidade.
FERRAMENTA – Um modo simples de enrolar bobinas
Desta vez, apresento um modo simples de construir bobinas de fio de cobre esmaltado, muito utilizadas em divisores de frequência de caixas acústicas, os famosos crossovers, como aqueles abordados em um post anterior.
Como não encontrei no comércio local carretéis plásticos adequados para enrolar as bobinas, tive que inventar um jeito de facilitar sua construção, pois eram muitas. Criei uma ferramenta específica para isso, que permite enrolar bobinas de vários tamanhos, de um modo razoavelmente padronizado.







