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TÉCNICA – Conserto em plásticos V – Utilizando resina para reparo em gabinete plástico

Figura 1 – Local para o transformador em rádio-gravador.
Este post mostra um problema muito comum para os restauradores. Diversas vezes nos deparamos com a necessidade de adaptações, pois os componentes originais não existem no mercado ou a peça comprada não adapta-se perfeitamente ao local existente.
Aqui, era necessário trocar o transformador de um rádio-gravador. Apesar do fabricante ter deixado espera para dois tamanhos diferentes, não era possível montar o transformador que tínhamos em mãos, pois era um pouco maior (figura 1).
TÉCNICA – Conserto de plugues NBR em fontes e conversores
Tenho notado, frequentemente, o descarte prematuro de pequenos conversores, carregadores de celular e fontes de alimentação de diversos equipamentos. Estas fontes chaveadas tem um plugue NBR moldado no seu corpo, com pinos isolados, ao estilo dos Europlugues (ver post anterior).
Ocorre que muitos destes plugues quebram, pois os seus pinos são do tipo isolado, mais frágeis que os pinos maciços (figura 1). Geralmente o plástico da pequena caixa que aloja o circuito não é flexível o bastante para tolerar um eventual mau uso. Como, por exemplo, puxar lateralmente a fonte, ainda encaixada na tomada, porque os pinos travaram lá dentro…
DICA – Conserto da tomada do fone de MP3
Bom, hoje a dica é o conserto do MP3 (ou MP4,5,20, 500,…), como o da figura 1. Vou abordar um defeito muito comum, quando o conector dos fones de ouvido fica falhando ou faz o som emudecer completamente.
Muitos utilizam este tipo de aparelho no trabalho, em passeios ou exercícios. Só que o uso intenso pode trazer problemas. Aqui aparece o motivo da diferença de custo entre os equipamentos: quanto mais caro o produto, melhor será a qualidade de seu projeto e de seus componentes e ele irá apresentar menos defeitos. Por fora, são muito parecidos, mas internamente, tudo diferente.
Claro, estou considerando que todo mundo é honesto e que o preço cobrado é sempre resultado dos custos de produção…
TÉCNICA – Reparo de trilhas de circuito impresso
Quem faz manutenção de equipamentos eletrônicos muitas vezes recebe aparelhos já mexidos, com danos graves nas trilhas das Placas de Circuito Impresso (PCI ou PCB – Printer Circuit Board), como mostra a figura 1. Além disso, alguns fabricantes também não cuidam da qualidade de seus produtos e qualquer ressoldagem é suficiente para descolar as trilhas. Outras vezes, o aparelho chega com a PCI trincada.
Pensando nestas dificuldades, exponho aqui uma técnica para reparo de trilhas de circuito impresso que tem por objetivo manter os componentes nos seus lugares originais, bem como permitir a manutenção futura.
FERRAMENTA – Quarta mão para soldagem
Suporte estável para soldar conectores
Para quem já viu o post anterior, explicando o que é a 3ª mão do técnico, agora é a vez da 4ª mão, idealizada também para evitar a perda de tempo em seviços simples, como a soldagem de conectores. Quem já os soldou, ou pior, tentou dessoldar, sabe da dificuldade de mantê-los imóveis.
Para não continuar queimando os dedos ou pedindo para um ajudante fazer o “trabalho pesado”, apresento a 4ª mão. Ela é, simplesmente, um painel com vários conectores, que servem para fixar em uma posição confortável de soldagem os seus respectivos pares. Além disso, o suporte conta com um “pé de chumbo”, literalmente, para não ficar dançando na bancada…
FERRAMENTA – Terceira mão para soldagem
Aqueles que trabalham com solda à base de estanho (Sn/Pb), como os técnicos em eletrônica, dentre os quais me incluo, geralmente encontram dificuldade para efetuar certas soldas, que tomam muito tempo. Vejamos: algumas vezes, temos de segurar o ferro de soldar com uma mão, com a outra o objeto que será soldado na placa mais a própria placa e com uma terceira temos de segurar a solda. Opa! Terceira mão? Sim, a boca! Veja neste artigo como resolvi meu problema, deixando as duas mãos livres para soldar mais tranquilamente.
TÉCNICA – Adaptando tela LED no notebook Acer 4740
Recebi para conserto um notebook da Acer, modelo 4740, daqueles “importados”, com a tela LED falhando. Como é um modelo atual (em 2012), com 4GB de memória e processador Intel Core i5, de 2.26 GHz, o cliente considerava muito ruim perder o equipamento, com menos de 2 anos de uso.
Foi identificado que o painel LED tinha uma falha junto ao conector da tela. O defeito não parecia ser causado pelo cabo de conexão da tela com a placa mãe (vulgo cabo flat). Geralmente ele é o primeiro item a ser verificado, em razão do frequente movimento de abertura do notebook.
O defeito persistiu mesmo após a troca do cabo. Consultado, o cliente autorizou a compra de um novo painel LED. Mas quando recebemos e encomenda, apareceram alguns problemas…








