LÂMPADAS II – Qual é a lâmpada menos danosa ao ambiente – a incandescente ou a fluorescente?

4 de janeiro de 2013 11 comentários
Figura 1 – Lâmpada fluorescente compacta de 20 W, desmontada e separada por peças.

Figura 1 – Lâmpada fluorescente compacta de 20 W, desmontada e separada por peças.

Fala-se muito que a lâmpada fluorescente compacta – LFC – é ambientalmente mais sustentável do que as lâmpadas incandescentes. É um conceito repetido incansavelmente, como um mantra, sem muitas explicações, focando sempre no resultado da conta de energia.

Mas para afirmar que um tipo é mais econômico que outro, deveriam ser analisadas todas as etapas de produção de cada lâmpada, não só o consumo mensal. No final, a energia consumida pela lâmpada no tempo de vida estimado, somada àquela necessária para fabricá-la, poderá indicar que a economia não é tão boa assim.

O problema é que muitos analisam apenas o efeito imediato da mudança. O resultado mais visível é uma pequena alteração no valor da conta do mês. O custo para comprar o produto muitas vezes não é considerado, e ele pode ser impactante se a lâmpada não durar tanto quanto diz. O que, aliás, é bem comum.

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PROJETO – Proteção para relés em sistemas de acionamento de portões

27 de dezembro de 2012 7 comentários
Figura 1 – Placa de filtro com rede RC e varistor (rede snubber).

Figura 1 – Placa de filtro com rede RC e varistor (rede snubber).

Hoje em dia, os sistemas automatizados para acionamento de portões tem se tornado comuns, o que tem contribuído para a existência de um grande número de fabricantes destes mecanismos. E a concorrência resultante faz baixar cada vez mais o preço destes equipamentos.

O problema é que para baixar os custos, algumas empresas utilizam componentes com a robustez menor que a necessária para enfrentar os diversos modos de acionamento. Um portão um pouco mais pesado, por exemplo, poderá dar problemas.

O que muitas vezes ocorre – como foi meu caso – é o travamento de um dos relés que ligam o motor. Por causa do faiscamento frequente dos contatos, chega um momento que eles “colam”. E isso considerando um uso esporádico, pois o portão era acionado para abertura e fechamento no máximo 8 vezes por dia.

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LÂMPADAS I – Porque as fluorescentes compactas ofuscam, mas não iluminam

5 de dezembro de 2012 4 comentários

Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].

Figura 1 – Espectrograma de emissão do sol, onde se vê que a parte mais intensa das emissões (em Watt/m²), entre as duas linhas pontilhadas, está na faixa de luz visível. Fonte: [1].

Você já deve ter passado por esta situação. Compra alegremente uma lâmpada fluorescente compacta (LFC) no supermercado, pensando que irá substituir, com vantagens, a lâmpada incandescente da sala. Olha a embalagem, onde diz que a potência de 20 Watt da LFC é equivalente à que tem no lustre, de 100 W.

Chega em casa, troca a lâmpada e liga. Não dá nem para olhar para ela, de tão forte. E que luz branca! Daí, passado um tempo, você senta no sofá e olha ao redor. Parece que está tudo mais escuro. Mas como, se na cartela diz que a quantidade de luz emitida pelas duas é a mesma?

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PROJETO – Um atenuador (L-pad) para amplificadores valvulados de guitarra

30 de novembro de 2012 13 comentários
Figura 1 – Amplificador para o qual foi projetado o atenuador.

Figura 1 – Amplificador para o qual foi projetado o atenuador.

Certa vez, um guitarrista tinha comprado um amplificador valvulado (figura 1), para utilizar no apartamento onde morava. Logo ele notou que o amplificador ficava com um timbre muito sem graça quando o volume era baixinho. Para ficar com um som “gordo”, consistente, tinha que aumentar o volume. Mas só ele gostava, pois a vizinhança tinha algum problema com música…

Ele me pediu, então, um modo de fazer com que o amplificador trabalhasse a plena potência (ou perto disso), mas com o som dos alto-falantes num nível aceitável para os vizinhos.

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TÉCNICA – Projeto, confecção e montagem de placas de circuito impresso

28 de novembro de 2012 5 comentários
Figura 1 – Material utilizado para projetar placas de circuito impressos simples.

Figura 1 – Material utilizado para projetar placas de circuito impressos simples.

Desta feita, exponho meus métodos de trabalho para projetar e construir placas de circuito impresso (PCI) de pequena e média complexidade.

O artigo está separado em 4 grandes blocos: projeto, transferência, confecção e montagem. Em cada etapa há comentários sobre o material necessário para aquele conjunto de atividades.

As fotos que servem de exemplo referem-se a dois diferentes projetos, já que o intuito é demonstrar a técnica. Um deles é um atenuador para amplificador de guitarras valvulado (L-pad), que foi feito em placa de fibra de vidro e poderá virar post em breve. O outro é um amplificador com o integrado LM4766, da National. O projeto do amplificador está disponível na internet – ver referência [1] – e tem um desenho muito cuidadoso. Inclusive, funcionou perfeitamente, tem ótima qualidade.

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FERRAMENTA – Um modo simples de enrolar bobinas

24 de novembro de 2012 14 comentários
Figura 1 – Ferramenta pronta para uso.

Figura 1 – Ferramenta pronta para uso.

Desta vez, apresento um modo simples de construir bobinas de fio de cobre esmaltado, muito utilizadas em divisores de frequência de caixas acústicas, os famosos crossovers, como aqueles abordados em um post anterior.

Como não encontrei no comércio local carretéis plásticos adequados para enrolar as bobinas, tive que inventar um jeito de facilitar sua construção, pois eram muitas. Criei uma ferramenta específica para isso, que permite enrolar bobinas de vários tamanhos, de um modo razoavelmente padronizado.

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DICA – Para quem usa sabão e ajuda em casa

22 de novembro de 2012 4 comentários
Figura 1 – Dupla de sabão velho e novo, casados.

Figura 1 – Dupla de sabão velho e novo, casados.

Este post é para meu filho, que pediu um especial para os 10 mil acessos ao blog, após um ano de criação. Como estou com pouco tempo, vai uma dica de reciclagem… de SABÃO!

Ora, este blog também tem que ser um pouco divertido! Talvez a palavra mais adequada a esta atividade não seja reciclagem, mas sim USO CONSCIENTE.

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TÉCNICA – Conserto do carregador Force Line 248

20 de novembro de 2012 10 comentários
Figura 1 – Placa de circuito impresso do carregador, já consertado.

Figura 1 – Placa de circuito impresso do carregador, já consertado.

Hoje abordo os procedimentos envolvidos para levar a cabo a manutenção de um carregador de baterias de chumbo-ácido de 12V. O carregador é um modelo antigo da Force Line, o 248, que vinha numa caixinha pequena em formato de paralelepípedo.

O aparelho tinha sido ligado invertido a uma bateria, o que parece ter sido a causa do problema. Para facilitar o entendimento, foi desenhado o esquema da parte defeituosa. O princípio de funcionamento do carregador, aqui explicado, provavelmente servirá para modelos mais recentes ou de outros fabricantes, quando utilizam carregadores de fonte chaveada.

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PROJETO – Carregador de uma, duas ou + baterias seladas

16 de novembro de 2012 28 comentários
Figura 1 – Carregador instalado no carrinho elétrico.

Figura 1 – Carregador instalado no carrinho elétrico.

Este post trata de um modo não convencional para carregamento e utilização de baterias seladas (figura 1). É demonstrada a técnica para carga e utilização de duas ou mais baterias, evitando a interferência mútua. Além disso, estão agrupadas informações para conhecer melhor as baterias seladas e a forma de tirar melhor proveito delas.

A origem deste artigo foi a necessidade de carregar duas baterias de 6V e 4Ah, que foram as únicas encontradas no comércio para substituir uma maior, de 6V e 7Ah, de um brinquedo (carrinho elétrico) motorizado.

Além do mais, o artigo possibilita a reciclagem de componentes encontrados em fontes de computadores, comentado em post anterior.

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TÉCNICA – Conserto em borrachas – chinelos Havaianas

13 de novembro de 2012 11 comentários
Figura 1 – Chinelo havaianas consertado.

Figura 1 – Chinelo havaianas consertado.

Desta vez, o assunto é a manutenção em borrachas. Como exemplo, vamos consertar um chinelo Havaianas, que “não deforma nem solta as tiras” – mas as arrebenta.

  • Pô, meu, consertar Havaianas? Que chinelagem…

Isso mesmo, caro leitor ou leitora, preste atenção na técnica, não no objeto. Para aprender algo simples, vamos consertar coisas simples…

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