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Archive for the ‘Eletrônica’ Category

FILAMENTO LED – Conheça e compare – Parte 2

28 de agosto de 2016 14 comentários
Figura 57 – Lâmpada de filamento LED de 6W, de origem chinesa, bivolt, não dimerizável, sem pescoço, cor branca fria (6500K), com filamentos LED de base cerâmica. No detalhe, a lâmpada ligada.

Figura 57 – Lâmpada de filamento LED de 6W, de origem chinesa, bivolt, não dimerizável, sem pescoço, cor branca fria (6500K), com filamentos LED de base cerâmica. No detalhe, a lâmpada ligada.

Na primeira parte (aqui) do artigo sobre as lâmpadas de filamento LED, tratamos dos requisitos de qualidade que precisam ser observados para distingui-las, dos componentes que formam um filamento LED, do problema da geração de calor nos LEDs, do efeito LED droop, da criação das lâmpadas e das tentativas LED de imitação das incandescentes.

Nesta segunda parte, abordaremos o modo de montagem, a origem, os fabricantes, os modelos e a popularização das lâmpadas de filamentos LED, a certificação obrigatória das lâmpadas LED no Brasil, a briga pelas patentes das tecnologias LED, o banimento das lâmpadas incandescentes, os programas de eficiência energética no Brasil e no mundo, a história do cartel Phoebus, a obsolescência programada e a história da escola de arte Bauhaus (que parece não ter nada a ver com nosso assunto, mas tem).

E o baile não termina desta vez, continua na terceira parte…

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FILAMENTO LED – Conheça e compare – PARTE 1

20 de dezembro de 2015 25 comentários
Figura 1 – Lâmpada de filamento LED tamanho A60 vendida no Brasil, marca Ourolux, de 6W, bivolt, emissão de 600 lumens, 10 mil horas de vida útil, selo Procel A. No detalhe, a mesma lâmpada, ligada.

Figura 1 – Lâmpada de filamento LED tamanho A60 vendida no Brasil, marca Ourolux, de 6W, bivolt, emissão de 600 lumens, luz branca quente, 10 mil horas de vida útil, selo Procel A. No detalhe, a mesma lâmpada, ligada.

 

Estamos em plena era dourada da iluminação LED. O mercado mundial de LEDs alcançou a cifra de 160 bilhões de dólares em 2014 [1]. Em razão da necessidade de um planeta sustentável (diminuição do consumo de energia), o crescimento do setor continuará por alguns anos. Estima-se que há em torno de 20 bilhões de lâmpadas no planeta (valor conservador), imagine trocar a metade delas, ao menos…

No Brasil, segundo a Abilux [2], o setor de iluminação LED – também conhecido por iluminação de estado sólido (SSL – Solid State Light) – crescerá 30% em 2015. E estudos apontam que este será o mercado com melhor viabilidade comercial em 2020 [3].

Em razão disso, há uma intensa competição mundial para abocanhar a maior fatia possível do mercado de iluminação LED, que faz com que apareçam novidades a todo momento.

Uma delas está chegando de mansinho nas lojas, mas ainda não é muito conhecida. É a lâmpada de filamento LED (figura 1), que de tão parecida com as incandescentes, é confundida com elas. Parece incandescente, mas é LED.

Conheça o que são os filamentos LED, como são fabricados, os modelos existentes, como ligá-los e as possibilidades de uso.

Além disso, são expostos, ao final desta série de artigos, os testes comparativos de 7 tipos de lâmpadas (filamento LED, LED leitosa, fluorescente compacta, incandescente comum clara, incandescente comum leitosa, incandescente de alta resistência, incandescente halógena), bem como explicados os conceitos básicos envolvidos na medição da luz, para que qualquer pessoa saiba identificar o que realmente importa na escolha de uma lâmpada.

Espero que façam bom proveito desta primeira parte.
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TÉCNICA – Reparo de capacitores variáveis

7 de fevereiro de 2015 54 comentários
 Figura 1 – Modelos de capacitores variáveis de rádios, de várias épocas.

Figura 1 – Modelos de capacitores variáveis de rádios, de várias épocas.

Nos receptores de rádio, antes do advento dos sintonizadores digitais, eram utilizados capacitores variáveis para sintonizar mecanicamente as emissoras (figura 1). Ainda hoje, muitos rádios o fazem desta forma. Dependendo da qualidade do capacitor variável e da forma e intensidade de uso do aparelho, este componente costuma apresentar defeitos bem específicos.

Apresento aqui algumas técnicas para o reparo de capacitores variáveis, cuja reposição, atualmente, é difícil. Modelos aparentemente semelhantes podem apresentar diferenças importantes, como as capacitâncias das seções, que dificultam a substituição.

Estas técnicas podem ajudar aqueles que se dedicam às restaurações de aparelhos antigos, especialmente os receptores de rádio (valvulados ou não), os sintonizadores modulares (tuners) e os famosos “3 em 1”. O foco deste artigo é nos capacitores variáveis para rádios domésticos, pois não conheço em profundidade a área de transmissão de RF. Apesar disso, as técnicas são de uso universal.

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DICA – Conheça e conserte os ventiladores de teto

31 de dezembro de 2014 89 comentários
Figura 0 – Aeratron e503.

Ventilador de teto Aeratron e503.

Num dia muito quente, você liga o ventilador de teto e… nada. Tem energia elétrica, mas o motor do ventilador não dá qualquer sinal de vida. Ou apresenta qualquer destes defeitos:

– Ventilador funciona lentamente ou não funciona, em todas as velocidades;

– Não começa a girar, mas com uma “ajudinha”, ele funciona bem;

– Certas velocidades estão muito baixas ou não funcionam;

– O motor faz zumbido e a hélice pode ser girada faclmente, mas a rotação é livre, não se mantém.

Será que queimou muita coisa?

Estes problemas são muito frequentes e tem uma solução simples, a troca de um capacitor. Esta dica, inclusive, serve para quaisquer aparelhos que utilizem o mesmo tipo de acionamento (motores de indução com capacitor).

Compreenda porque estes motores precisam de um ou mais capacitores para funcionar. Assista vídeos que demonstram os principios de funcionamento envolvidos. E conheça modelos diferentes (para dizer o mínimo) de ventiladores de teto e como eles podem ajudar a economizar energia, tanto no inverno como no verão.

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DICA – Porque não usar adaptadores

20 de outubro de 2014 33 comentários
Figura 1 – Adaptador danificado.

Figura 1 – Adaptador danificado.

Olhe bem a foto acima. É um triste adaptador, que foi detonado por causa da má qualidade das conexões e por receber corrente excessiva. Esta peça tentava compatibilizar uma tomada NBR 20A de parede com um plugue Nema 5-15 de uma régua de tomadas, que energizava cinco servidores (computadores de alto desempenho para empresas).

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LEDs – Como é uma lanterna recarregável

16 de agosto de 2014 41 comentários
Figura 1 – Lanterna recarregável desmontada.

Figura 1 – Lanterna recarregável desmontada.

Faz uns dois anos, comprei uma lanterna recarregável de 6 LEDs, marca Z-Light, modelo ZL-2225. Escolhi adquiri-la em loja no Brasil, até para dispor de um produto mais durável do que os encontrados no mercado informal.

Mas fui iludido. Uns meses atrás, a lanterna começou a fazer um barulho de fritura quando posta para carregar e não funcionou mais. Como não podia aceitar um tempo de vida tão curto, decidi abri-la e identificar as falhas ocorridas.

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PROJETO – Fonte de alimentação CC profissional 0-40V, 0-4A

12 de junho de 2014 205 comentários

Fig 00 – Aparência final da fonte de bancada.

Quando queimou minha fonte CC ajustável de bancada, de construção artesanal, pensei em comprar uma nova, mas o custo de um equipamento de qualidade me fez optar novamente pelo “faça você mesmo”. Vasculhei muitos artigos de eletrônica, em busca de uma fonte com boa relação custo-benefício e que utilizasse peças de fácil reposição. 

A intenção era dispor de uma fonte melhor, pois a anterior tinha um problema chato, que era a elevação da tensão de saída após o desligamento. Daí lembrei de uma antiga revista Elektor, onde encontrei o projeto desejado.

Conto aqui como foram feitas a montagem e as pequenas alterações no circuito, que entrega de 0 a 40V CC, com controle de corrente de 0 a 4A. Tem proteção total contra curtos-circuitos e compensação para a queda de tensão nos cabos.

É uma fonte de bancada de ótima qualidade, confiável, que utiliza componentes corriqueiros e baratos e dispõe de mais recursos que a maioria das fontes comerciais.

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