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TÉCNICA – Projeto, confecção e montagem de placas de circuito impresso
Desta feita, exponho meus métodos de trabalho para projetar e construir placas de circuito impresso (PCI) de pequena e média complexidade.
O artigo está separado em 4 grandes blocos: projeto, transferência, confecção e montagem. Em cada etapa há comentários sobre o material necessário para aquele conjunto de atividades.
As fotos que servem de exemplo referem-se a dois diferentes projetos, já que o intuito é demonstrar a técnica. Um deles é um atenuador para amplificador de guitarras valvulado (L-pad), que foi feito em placa de fibra de vidro e poderá virar post em breve. O outro é um amplificador com o integrado LM4766, da National. O projeto do amplificador está disponível na internet – ver referência [1] – e tem um desenho muito cuidadoso. Inclusive, funcionou perfeitamente, tem ótima qualidade.
FERRAMENTA – Um modo simples de enrolar bobinas
Desta vez, apresento um modo simples de construir bobinas de fio de cobre esmaltado, muito utilizadas em divisores de frequência de caixas acústicas, os famosos crossovers, como aqueles abordados em um post anterior.
Como não encontrei no comércio local carretéis plásticos adequados para enrolar as bobinas, tive que inventar um jeito de facilitar sua construção, pois eram muitas. Criei uma ferramenta específica para isso, que permite enrolar bobinas de vários tamanhos, de um modo razoavelmente padronizado.
TÉCNICA – Conserto do carregador Force Line 248
Hoje abordo os procedimentos envolvidos para levar a cabo a manutenção de um carregador de baterias de chumbo-ácido de 12V. O carregador é um modelo antigo da Force Line, o 248, que vinha numa caixinha pequena em formato de paralelepípedo.
O aparelho tinha sido ligado invertido a uma bateria, o que parece ter sido a causa do problema. Para facilitar o entendimento, foi desenhado o esquema da parte defeituosa. O princípio de funcionamento do carregador, aqui explicado, provavelmente servirá para modelos mais recentes ou de outros fabricantes, quando utilizam carregadores de fonte chaveada.
PROJETO – Carregador de uma, duas ou + baterias seladas
Este post trata de um modo não convencional para carregamento e utilização de baterias seladas (figura 1). É demonstrada a técnica para carga e utilização de duas ou mais baterias, evitando a interferência mútua. Além disso, estão agrupadas informações para conhecer melhor as baterias seladas e a forma de tirar melhor proveito delas.
A origem deste artigo foi a necessidade de carregar duas baterias de 6V e 4Ah, que foram as únicas encontradas no comércio para substituir uma maior, de 6V e 7Ah, de um brinquedo (carrinho elétrico) motorizado.
Além do mais, o artigo possibilita a reciclagem de componentes encontrados em fontes de computadores, comentado em post anterior.
SOM – Uma caixa acústica pequena, mas decente
Hoje mostro as atividades envolvidas para construir uma boa caixa de som. Boa, no sentido de ser a melhor possível, dentro de certos limites (tamanho e tipo de amplificação). Não é brincadeira. Meu melhor cliente (desde 1991), queria um sistema de caixas que pudesse utilizar no escritório, depois de eu ter construído para ele um sistema modificado do padrão CCDB, assunto de futuro post. Estamos em 2012 e já fazem 5 anos que ele decidiu que eu tinha que fazer as caixas. Mas a ideia do sistema ele tinha lançado há uns 10 anos, pelo menos…
Meu trabalho em outra área de interesse dificultou as coisas, além da atenção à família e um tanto de procrastinação. Mas, finalmente ficaram prontas. É um sistema de 2 caixas seladas, de 2 vias, com woofers de 6 polegadas e tweeters de domo (figura 1). Tive que projetar um crossover passivo, porque o cliente utiliza elas num receiver Polyvox, reformado. As medições e os cálculos realizados possibilitaram a agradável sensação de um comportamento exatamente dentro do esperado. Valeu a pena.
TÉCNICA – Conserto em plásticos V – Utilizando resina para reparo em gabinete plástico

Figura 1 – Local para o transformador em rádio-gravador.
Este post mostra um problema muito comum para os restauradores. Diversas vezes nos deparamos com a necessidade de adaptações, pois os componentes originais não existem no mercado ou a peça comprada não adapta-se perfeitamente ao local existente.
Aqui, era necessário trocar o transformador de um rádio-gravador. Apesar do fabricante ter deixado espera para dois tamanhos diferentes, não era possível montar o transformador que tínhamos em mãos, pois era um pouco maior (figura 1).
TÉCNICA – Conserto de plugues NBR em fontes e conversores
Tenho notado, frequentemente, o descarte prematuro de pequenos conversores, carregadores de celular e fontes de alimentação de diversos equipamentos. Estas fontes chaveadas tem um plugue NBR moldado no seu corpo, com pinos isolados, ao estilo dos Europlugues (ver post anterior).
Ocorre que muitos destes plugues quebram, pois os seus pinos são do tipo isolado, mais frágeis que os pinos maciços (figura 1). Geralmente o plástico da pequena caixa que aloja o circuito não é flexível o bastante para tolerar um eventual mau uso. Como, por exemplo, puxar lateralmente a fonte, ainda encaixada na tomada, porque os pinos travaram lá dentro…
DICA – Conserto da tomada do fone de MP3
Bom, hoje a dica é o conserto do MP3 (ou MP4,5,20, 500,…), como o da figura 1. Vou abordar um defeito muito comum, quando o conector dos fones de ouvido fica falhando ou faz o som emudecer completamente.
Muitos utilizam este tipo de aparelho no trabalho, em passeios ou exercícios. Só que o uso intenso pode trazer problemas. Aqui aparece o motivo da diferença de custo entre os equipamentos: quanto mais caro o produto, melhor será a qualidade de seu projeto e de seus componentes e ele irá apresentar menos defeitos. Por fora, são muito parecidos, mas internamente, tudo diferente.
Claro, estou considerando que todo mundo é honesto e que o preço cobrado é sempre resultado dos custos de produção…
TÉCNICA – Reparo de trilhas de circuito impresso
Quem faz manutenção de equipamentos eletrônicos muitas vezes recebe aparelhos já mexidos, com danos graves nas trilhas das Placas de Circuito Impresso (PCI ou PCB – Printer Circuit Board), como mostra a figura 1. Além disso, alguns fabricantes também não cuidam da qualidade de seus produtos e qualquer ressoldagem é suficiente para descolar as trilhas. Outras vezes, o aparelho chega com a PCI trincada.
Pensando nestas dificuldades, exponho aqui uma técnica para reparo de trilhas de circuito impresso que tem por objetivo manter os componentes nos seus lugares originais, bem como permitir a manutenção futura.








