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FERRAMENTA – Quarta mão para soldagem

30 de outubro de 2012 2 comentários
Figura 1 – Quarta mão do técnico de eletrônica.

Figura 1 – Quarta mão do técnico de eletrônica.

Suporte estável para soldar conectores

Para quem já viu o post anterior, explicando o que é a 3ª mão do técnico, agora é a vez da 4ª mão, idealizada também para evitar a perda de tempo em seviços simples, como a soldagem de conectores. Quem já os soldou, ou pior, tentou dessoldar, sabe da dificuldade de mantê-los imóveis.

Para não continuar queimando os dedos ou pedindo para um ajudante fazer o “trabalho pesado”, apresento a 4ª mão. Ela é, simplesmente, um painel com vários conectores, que servem para fixar em uma posição confortável de soldagem os seus respectivos pares. Além disso, o suporte conta com um “pé de chumbo”, literalmente, para não ficar dançando na bancada…

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FERRAMENTA – Terceira mão para soldagem

29 de outubro de 2012 5 comentários
 Figura 1 – Utilizando a "3ª Mão".

Figura 1 – Utilizando a “3ª Mão”.

Aqueles que trabalham com solda à base de estanho (Sn/Pb), como os técnicos em eletrônica, dentre os quais me incluo, geralmente encontram dificuldade para efetuar certas soldas, que tomam muito tempo. Vejamos: algumas vezes, temos de segurar o ferro de soldar com uma mão, com a outra o objeto que será soldado na placa mais a própria placa e com uma terceira temos de segurar a solda. Opa! Terceira mão? Sim, a boca! Veja neste artigo como resolvi meu problema, deixando as duas mãos livres para soldar mais tranquilamente.

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TÉCNICA – Conserto em plásticos II – Polietileno

25 de outubro de 2012 7 comentários
Figura 1 – Caminhãozinho de polietileno danificado.

Figura 1 – Caminhãozinho de polietileno danificado.

Continuando com a manutenção em plásticos, hoje abordarei a soldagem de polietileno, reforçada com grampos metálicos. Como exemplo, será utilizado um caminhãozinho de brinquedo, com o eixo da roda quebrado (figura 1). Todo ele é feito em polietileno. Este polímero é o mesmo material utilizado para fabricar os galões de 20 litros de água, de aparência leitosa. Já os galões transparentes geralmente são feitos de PET – Politereftalato de etileno, uma resina acrílica.

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TÉCNICA – Adaptando tela LED no notebook Acer 4740

25 de outubro de 2012 2 comentários
Figura 1 – Diferença entre o painel de LED original e o substituto (lado esquerdo).

Figura 1 – Diferença entre o painel de LED original e o substituto (lado esquerdo).

Recebi para conserto um notebook da Acer, modelo 4740, daqueles “importados”, com a tela LED falhando. Como é um modelo atual (em 2012), com 4GB de memória e processador Intel Core i5, de 2.26 GHz, o cliente considerava muito ruim perder o equipamento, com menos de 2 anos de uso.

Foi identificado que o painel LED tinha uma falha junto ao conector da tela. O defeito não parecia ser causado pelo cabo de conexão da tela com a placa mãe (vulgo cabo flat). Geralmente ele é o primeiro item a ser verificado, em razão do frequente movimento de abertura do notebook.

O defeito persistiu mesmo após a troca do cabo. Consultado, o cliente autorizou a compra de um novo painel LED. Mas quando recebemos e encomenda, apareceram alguns problemas…

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TÉCNICA – Conserto de alto-falantes

18 de outubro de 2012 96 comentários
Figura 1 – Alto-falante consertado e montado

Figura 1 – Alto-falante consertado e montado

Neste post, mostro como consertar um antigo woofer de 15″. É um Selenium 38GPT12, utilizado para sonorização. Tive de consertar um par por conta de uns “amigos”, que ultrapassaram os seus limites (deles e dos transdutores). Como muitos, não entendiam que som de qualidade não é, necessariamente, som alto…

A técnica demonstrada aqui é devida, em grande parte, aos artigos de áudio de CCDB (Cláudio César Dias Baptista), na revista Nova Eletrônica, nos anos 1980. Na época, ele publicou alguns textos sobre os “air couplers”, destinados às frequências sub-graves. Como ele precisava de um alto-falante com baixa frequência de ressonância (Fs), que não existia no Brasil, ele mostrou como fazer a adaptação para conseguir um Fs de 20Hz. Os artigos vieram inclusive com uma aula sobre o modo de fazer o alinhamento do cone e da aranha. Cláudio é o irmão mais velho de Arnaldo e Sérgio, dos Mutantes e atualmente é escritor, com vasta obra.

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TÉCNICA – Conserto em plásticos I – Polietileno

17 de outubro de 2012 6 comentários
Figura 1 - Parafuso de polietileno, quebrado.

Figura 1 – Parafuso de polietileno, quebrado.

Ao longo de vários anos trabalhando na manutenção de equipamentos eletrônicos e de laboratório, desenvolvi diversas técnicas para o conserto de peças plásticas. Pretendo repassá-las neste blog, em uma série de posts. Apesar de simples, cada video ou dica de conserto envolve uma experiência que resultou em prática consolidada para um bom serviço de manutenção. O resultado é um conjunto de informações relevantes para quem pretende conhecer algo mais sobre estes materiais.

Neste post, abordo a recuperação de um parafuso de polietileno (figura 1). Alguém poderá achar tolice consertar uma coisa tão insignificante. Mas neste caso, como em vários outros, a economia resultante foi bem razoável. E a técnica utilizada com certeza servirá para outros fins.

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FERRAMENTA – Faca multiuso para eletrônica

4 de outubro de 2012 7 comentários
Figura 1 – Faca de churrasco antes da modificação.

Figura 1 – Faca de churrasco antes da modificação.

Pode parecer estranho falar em construir uma ferramenta para eletrônica, mas é exatamente isto. Para vários serviços há a necessidade de uma lâmina não muito afiada, curta e que possa ser pressionada com força, sem quebrar. Foi a solução encontrada por mim quando me deparei com certas limitações dos estiletes.

Os estiletes têm uma superfície cortante reta e muito afiada, e jamais podem ser forçados, pois a lâmina quebra ou desliza rapidamente para onde não deveria, resultando em ferimentos profundos ou, no mínimo, em marcas indesejáveis nos materiais trabalhados.

Assim, criei uma ferramenta de corte, multiuso, que mal pode ser chamada de faca, pois ficou bem diferente. Ela tem dois lados de corte: num deles, uma curva pequena, côncava. No outro, uma curva maior, convexa.

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Som no LOGAN – Melhorando a instalação no tampão

27 de setembro de 2012 2 comentários
Figura 1 – Fresta entre o alto-falante e o tampão.

Figura 1 – Fresta entre o alto-falante e o tampão.

Em post anterior, demonstrei como fazer uma instalação simples de 4 alto-falantes nos lugares originais do Renault Logan, mesmo nos modelos que não tinham a fiação para o tampão.

Aquela instalação tinha um problema, pois os falantes traseiros que comprei não vieram com grades e tive de adquiri-las separadamente. Estas grades, por serem um modelo genérico para 5 polegadas (da Ludovico), não tornaram possível a instalação dos falantes por cima do tampão, já que haveria contato delas com a borda de borracha dos cones.

Certo dia, quando o porta-malas estava aberto, notei uma fresta entre os falantes e o tampão. As frestas causavam o chamado curto-circuito acústico, que ocorre quando as ondas sonoras geradas na frente do falante são canceladas pelas que vem de trás.

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Porque é BOM o novo padrão NBR de plugues e tomadas

19 de setembro de 2012 139 comentários
Figura 1 – Gambiarra em tomada padrão NBR.

Figura 1 – Gambiarra em tomada padrão NBR.

Há poucos anos, em janeiro de 2010, entrou em vigor, de modo compulsório, a nova norma brasileira para plugues e tomadas de uso doméstico e similar. No Brasil, só se pode comercializar plugues e tomadas que respeitem a NBR 14136. Há muita reclamação por causa da transição dos padrões, que acarretará despesas para todos. Alguns afirmam que “somos os únicos certos” ou “não fazemos nada direito mesmo”. Este artigo irá demonstrar que não é bem assim.

O padrão é aplaudido pela comunidade de engenheiros, pois melhorou muito a segurança das instalações. O que, por si só, já é motivo suficiente para implantá-lo, pois evitará muitas mortes. Além disso, o novo padrão de plugues e tomadas significa o coroamento de vários anos de estudo e pesquisa, que resultaram em normas de excelente qualidade.

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ISOPOR – Usando laranjas para reciclar

20 de agosto de 2012 10 comentários

Reciclagem de isopor, 100% reaproveitável

Decomposição do isopor quando em contato com o limoneno

Figura 1 – Decomposição do isopor quando em contato com o limoneno
Fonte: Sony [2]

Parece mágica – e quase é. Lembrei de uma notícia que vi há vários anos, sobre a reciclagem de poliestireno expandido, mais conhecido como isopor. Na antiga TV Guaíba, Canal 2 de Porto Alegre, quando ainda era independente, passava um programa Transtel chamado “Tópicos do Japão”, ou algo assim. Um dia, mostraram um processo desenvolvido naquele país, que possibilitava a reciclagem total do isopor e que não deixava resíduos.

Daí, fui procurar o que se faz hoje, no Brasil e no mundo, a respeito disso. Porque até pouco tempo, ainda estava disseminado por aí um conceito que classificava o isopor como antiecológico e não reciclável. O que não é verdade.

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