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FERRAMENTA – Quarta mão para soldagem
Suporte estável para soldar conectores
Para quem já viu o post anterior, explicando o que é a 3ª mão do técnico, agora é a vez da 4ª mão, idealizada também para evitar a perda de tempo em seviços simples, como a soldagem de conectores. Quem já os soldou, ou pior, tentou dessoldar, sabe da dificuldade de mantê-los imóveis.
Para não continuar queimando os dedos ou pedindo para um ajudante fazer o “trabalho pesado”, apresento a 4ª mão. Ela é, simplesmente, um painel com vários conectores, que servem para fixar em uma posição confortável de soldagem os seus respectivos pares. Além disso, o suporte conta com um “pé de chumbo”, literalmente, para não ficar dançando na bancada…
FERRAMENTA – Terceira mão para soldagem
Aqueles que trabalham com solda à base de estanho (Sn/Pb), como os técnicos em eletrônica, dentre os quais me incluo, geralmente encontram dificuldade para efetuar certas soldas, que tomam muito tempo. Vejamos: algumas vezes, temos de segurar o ferro de soldar com uma mão, com a outra o objeto que será soldado na placa mais a própria placa e com uma terceira temos de segurar a solda. Opa! Terceira mão? Sim, a boca! Veja neste artigo como resolvi meu problema, deixando as duas mãos livres para soldar mais tranquilamente.
TÉCNICA – Adaptando tela LED no notebook Acer 4740
Recebi para conserto um notebook da Acer, modelo 4740, daqueles “importados”, com a tela LED falhando. Como é um modelo atual (em 2012), com 4GB de memória e processador Intel Core i5, de 2.26 GHz, o cliente considerava muito ruim perder o equipamento, com menos de 2 anos de uso.
Foi identificado que o painel LED tinha uma falha junto ao conector da tela. O defeito não parecia ser causado pelo cabo de conexão da tela com a placa mãe (vulgo cabo flat). Geralmente ele é o primeiro item a ser verificado, em razão do frequente movimento de abertura do notebook.
O defeito persistiu mesmo após a troca do cabo. Consultado, o cliente autorizou a compra de um novo painel LED. Mas quando recebemos e encomenda, apareceram alguns problemas…
TÉCNICA – Conserto de alto-falantes
Neste post, mostro como consertar um antigo woofer de 15″. É um Selenium 38GPT12, utilizado para sonorização. Tive de consertar um par por conta de uns “amigos”, que ultrapassaram os seus limites (deles e dos transdutores). Como muitos, não entendiam que som de qualidade não é, necessariamente, som alto…
A técnica demonstrada aqui é devida, em grande parte, aos artigos de áudio de CCDB (Cláudio César Dias Baptista), na revista Nova Eletrônica, nos anos 1980. Na época, ele publicou alguns textos sobre os “air couplers”, destinados às frequências sub-graves. Como ele precisava de um alto-falante com baixa frequência de ressonância (Fs), que não existia no Brasil, ele mostrou como fazer a adaptação para conseguir um Fs de 20Hz. Os artigos vieram inclusive com uma aula sobre o modo de fazer o alinhamento do cone e da aranha. Cláudio é o irmão mais velho de Arnaldo e Sérgio, dos Mutantes e atualmente é escritor, com vasta obra.
TÉCNICA – Conserto em plásticos I – Polietileno
Ao longo de vários anos trabalhando na manutenção de equipamentos eletrônicos e de laboratório, desenvolvi diversas técnicas para o conserto de peças plásticas. Pretendo repassá-las neste blog, em uma série de posts. Apesar de simples, cada video ou dica de conserto envolve uma experiência que resultou em prática consolidada para um bom serviço de manutenção. O resultado é um conjunto de informações relevantes para quem pretende conhecer algo mais sobre estes materiais.
Neste post, abordo a recuperação de um parafuso de polietileno (figura 1). Alguém poderá achar tolice consertar uma coisa tão insignificante. Mas neste caso, como em vários outros, a economia resultante foi bem razoável. E a técnica utilizada com certeza servirá para outros fins.
Som no LOGAN – Melhorando a instalação no tampão
Em post anterior, demonstrei como fazer uma instalação simples de 4 alto-falantes nos lugares originais do Renault Logan, mesmo nos modelos que não tinham a fiação para o tampão.
Aquela instalação tinha um problema, pois os falantes traseiros que comprei não vieram com grades e tive de adquiri-las separadamente. Estas grades, por serem um modelo genérico para 5 polegadas (da Ludovico), não tornaram possível a instalação dos falantes por cima do tampão, já que haveria contato delas com a borda de borracha dos cones.
Certo dia, quando o porta-malas estava aberto, notei uma fresta entre os falantes e o tampão. As frestas causavam o chamado curto-circuito acústico, que ocorre quando as ondas sonoras geradas na frente do falante são canceladas pelas que vem de trás.
Porque é BOM o novo padrão NBR de plugues e tomadas
Há poucos anos, em janeiro de 2010, entrou em vigor, de modo compulsório, a nova norma brasileira para plugues e tomadas de uso doméstico e similar. No Brasil, só se pode comercializar plugues e tomadas que respeitem a NBR 14136. Há muita reclamação por causa da transição dos padrões, que acarretará despesas para todos. Alguns afirmam que “somos os únicos certos” ou “não fazemos nada direito mesmo”. Este artigo irá demonstrar que não é bem assim.
O padrão é aplaudido pela comunidade de engenheiros, pois melhorou muito a segurança das instalações. O que, por si só, já é motivo suficiente para implantá-lo, pois evitará muitas mortes. Além disso, o novo padrão de plugues e tomadas significa o coroamento de vários anos de estudo e pesquisa, que resultaram em normas de excelente qualidade.
ISOPOR – Usando laranjas para reciclar
Reciclagem de isopor, 100% reaproveitável
Parece mágica – e quase é. Lembrei de uma notícia que vi há vários anos, sobre a reciclagem de poliestireno expandido, mais conhecido como isopor. Na antiga TV Guaíba, Canal 2 de Porto Alegre, quando ainda era independente, passava um programa Transtel chamado “Tópicos do Japão”, ou algo assim. Um dia, mostraram um processo desenvolvido naquele país, que possibilitava a reciclagem total do isopor e que não deixava resíduos.Daí, fui procurar o que se faz hoje, no Brasil e no mundo, a respeito disso. Porque até pouco tempo, ainda estava disseminado por aí um conceito que classificava o isopor como antiecológico e não reciclável. O que não é verdade.









